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Cultura viva · patrimônio imaterial
Museu de Território Caminhos de Rosa
Um museu sem paredes: o acervo está nas pessoas, nos saberes, na oralidade, na comida, nos ofícios e nos caminhos que Rosa percorreu em 1952.
Foto: André Carvalho/Octopus Filmes
O conceito
O território é o acervo
O museu não interpreta o sertão à distância: ele acontece dentro do sertão, com os moradores. O visitante não observa; ele percorre, escuta, prova, aprende e se envolve.
Diferente dos museus tradicionais, o Museu de Território não se concentra em um edifício. Seu acervo está nas paisagens, nos modos de fazer, nas tradições, nos personagens e nas comunidades que mantêm viva a história do sertão de Guimarães Rosa.
A sede é a Fazenda Paulista, entre Cordisburgo e Curvelo, onde Guimarães Rosa dormiu durante a travessia de 1952. De lá, o museu se estende pelos caminhos, distritos e veredas do território.
Inspirado nas práticas de museologia social e comunitária e no conceito de museu de território, reconhecidos internacionalmente.
Legitimidade
- Caminho da Boiada reconhecido como de relevante interesse cultural de Minas Gerais (Lei Estadual nº 24.928/2024)
- 7 municípios do Caminho da Boiada: Três Marias, Corinto, Morro da Garça, Felixlândia, Curvelo, Cordisburgo e Araçaí
- Tema do Globo Repórter e do Globo Rural
- Idealizado e coordenado por museólogo com atuação contínua no território
O que já aconteceu
Um museu que já abriu caminhos
Antes mesmo de ganhar sede própria, o museu já movimenta o território.
4.700+
atletas desde 2014
23
estados brasileiros
12
países
22
municípios integrados
1.450 km
pedalados na Expedição 2026
12ª
edição em 2027
Na TV
Globo Repórter, Globo Rural, Fantástico, Jornal Nacional, Esporte Espetacular, Terra de Minas e Tô Indo levaram o sertão de Rosa e o museu a milhões de brasileiros.
Nos eventos
Provas, travessias e festival trazem gente de todo o Brasil e do exterior, que dorme na casa dos moradores, come a comida das quitandeiras e leva o território na memória.
Expedição 2026
40 dias de bicicleta de Cordisburgo a Brasília, mapeando cerca de 1.800 km de rota pelo Rio São Francisco, pelo Parque Nacional Grande Sertão Veredas e pelo Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.
O próximo passo
Internacionalização em 2027, com divulgação na Europa e pacotes para estrangeiros, e a estruturação de uma ciclorrota permanente pelo sertão rosiano, aberta o ano todo.
Foto: André Carvalho/Octopus Filmes
Estrutura
Oito eixos de atuação
Cada eixo funciona de forma independente, mas é na integração entre eles que o museu ganha força: a soma dos eixos é maior do que cada um isolado.
01
Governança e Centro Administrativo
Gestão, articulação institucional, comunicação e acervo, com funcionamento contínuo e transparência.
02
CAT Integrado Guimarães Rosa
Atendimento ao visitante, turismo e cultura juntos, vitrine gratuita para produtos e festas das comunidades.
03
Rede de Pontos de Cultura
Reconhece e apoia financeiramente mestres e iniciativas culturais do sertão: o coração vivo do museu.
04
Passaporte e Difusão
Conecta o visitante a todos os eixos, permite travessias autoguiadas e novos roteiros com agências.
05
Educação, Pesquisa e Formação
Leva o museu às escolas e universidades e acompanha pesquisas científicas no território.
06
Inteligência Territorial e Dados
Transforma a experiência do museu em dados e metodologias que apoiam projetos e políticas públicas.
07
Rede de Trilhas e Sinalização
Sinaliza o território segundo as diretrizes da Rede Brasileira de Trilhas: o museu materializado no chão do sertão.
08
Rádio, Oralidade e Memória Viva
Valoriza a oralidade e leva o museu às casas pelo rádio, a forma mais popular de difusão do sertão.
Impacto
O que o museu transforma
- Preservação e valorização do patrimônio imaterial
- Geração de renda e microeconomias locais
- Transmissão de saberes: bordado, oralidade, gastronomia, música e ofícios
- Turismo cultural sustentável e de base comunitária
- Autoestima e identidade territorial
Parcerias
Como apoiar o Museu
Empresas, institutos e poder público podem apoiar frentes concretas, com entregas visíveis no território.
Marcar a rota
Sinalizar o Caminho da Boiada e a rota até Brasília no padrão da Rede Brasileira de Trilhas, para que qualquer pessoa possa percorrê-la a pé ou de bicicleta.
Pontos de Cultura
Apoiar bordadeiras, violeiros, contadores de histórias, quitandeiras e mestres que mantêm o patrimônio vivo.
Educação
Levar o Programa Educativo às escolas públicas do território, com vivências, kits e formação de professores.
Receber visitantes
Estruturar o CAT, o passaporte e os roteiros autoguiados que transformam o sertão em destino o ano todo.
Por que apoiar
- Visibilidade nacional: o projeto já foi tema dos principais programas da TV brasileira
- Público qualificado: atletas de 23 estados e 12 países, e a internacionalização a partir de 2027
- Impacto real e mensurável: renda direta para moradores e valorização da cultura local
- Possibilidade de apoio por meio de leis de incentivo à cultura
- Apartidário: não aceitamos patrocínio com interesse eleitoral
Vídeos
O museu em imagens
Os vídeos carregam só quando você clica.
Documentário Museu de Território
De onde viemos e como o Museu virou destino
Parcerias
Construa o Museu com a gente
Apresentamos o projeto completo, com os oito eixos, metas e entregas, a empresas, institutos e gestores públicos.
Esporte, cultura e território no sertão de Guimarães Rosa, desde 2014.
Institucional
Contato
Caminhos de Rosa Eventos LTDA · CNPJ 22.163.605/0001-36
